quarta-feira, 20 de abril de 2011

Dependência de álcool afeta quase 1/3 dos universitários

Lais Cattassini - Jornal da Tarde


SÃO PAULO - Entrar na faculdade é apenas um dos motivos comemorados à base de álcool pelos universitários. Ao longo dos cursos, a proximidade com a bebida aumenta ainda mais. Na capital, os traços de dependência relacionada à bebida já aparecem em quase um terço dos universitários avaliados pelo Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod).


O levantamento, feito com 536 alunos de uma faculdade particular da cidade, foi obtido com exclusividade pelo JT. Ali, 27% dos estudantes relatam sentir necessidade ou urgência em beber semanalmente e outros 4% manifestam essa sensação diariamente. Para os especialistas, os números indicam uma relação de dependência.



A pesquisa também indica que dois a cada três estudantes universitários consomem álcool ao menos uma vez por semana. “A dependência causa prejuízos na vida dos jovens. Por exemplo: 3% dos alunos que entrevistamos vivenciam problemas por causa da bebida semanalmente. Perdem aulas, compromissos ou se envolvem em acidentes”, explica a diretora da ação comunitária do Cratod, Selma Setani.







Relacionar o álcool a comemorações e à diversão é uma associação aprendida em casa, segundo os alunos. O estudante de direito Eduardo Gomes, de 21 anos, conta que experimentou bebida alcoólica pela primeira vez aos 7 anos, sob a supervisão dos pais. O primeiro ‘porre’ também foi com os familiares. “Acho que foi bom para conhecer e não fazer fora de casa”, afirma.



“As pessoas crescem com a ideia de que essa substância faz parte do lazer na vida adulta”, diz a coordenadora do ambulatório de adolescentes e professora de medicina e sociologia do abuso de drogas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Denise de Micheli. Para ela, a frequência com a qual o jovem consome álcool é um fator importante do alcoolismo.



A disponibilidade do álcool e a oferta frequente aos jovens é o que preocupa. “O álcool está muito disponível e tem esse caráter benigno. É uma substância que está sempre presente em casa e os pais não respeitam a lei. Não respeitam que menores de 18 anos não devem beber nunca”, alerta o psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), Carlos Salgado.



A participação das universidades, bem como da família, é fundamental para inibir a ingestão de bebidas alcoólicas precocemente e prevenir o alcoolismo. É na recepção dos calouros que a ingestão de álcool é mais preocupante. “Nesse momento, os alunos passam por uma transição. Deixam o ambiente escolar, em que eram vigiados, para uma maior liberdade. Muitas vezes, a única coisa que separa esses dois momentos da vida são as férias”, analisa Roseli Caldas, psicóloga e coordenadora do programa MackVida, desenvolvido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.



O programa MackVida é uma das ações de prevenção da universidade. Também a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) desenvolve programas de prevenção e faz o encaminhamento de alunos que bebem com muita frequência. “Observamos a quantidade de bares ao redor da universidade e a prática de festas do tipo open bar e tentamos conscientizar esse aluno”, diz o pró-reitor de cultura e relações comunitárias da PUC, Hélio Deliberador.



Fonte.: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,dependencia-de-alcool-afeta-quase-13-dos-universitarios,679754,0.htm

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Cerveja para cães chega às lojas


Agora o melhor amigo do homem poderá encher o focinho sem precisar tomar produtos humanos, uma cervejaria holandesa acaba de lançar uma cerveja exclusiva para eles, chamada Dog Beer.
A Dog Beer é feita a partir de uma mistura especial de extratos de carne, malte e não é alcoólica.
O criador teve a ideia da Dog Beer enquanto estava saboreando sua cerveja e desejou que seu melhor amigo se juntasse a ele.
“Meu cachorro adora, agora quando vamos passear ele que ir direto para o pub.”, disse o dono de um cão viciado na Dog Beer.
Fonte: metro

domingo, 9 de janeiro de 2011

O Professor, vítima de uma sociedade corrompida

No início de dezembro de 2010, uma notícia muito triste nos chamou a atenção:
O estudante Amilton Loyola Caires matou com uma facada o professor universitário Kassio Vinicius Castro Gomes, de 39 anos. O crime aconteceu na noite de 07 de dezembro, no Centro Universitário Metodista, dentro do Colégio Izabela Hendrix (instituição particular) no bairro de Lourdes; área nobre de Belo Horizonte.
O assassino. que estava no 5º período de educação física, tem 23 anos e foi preso pela Polícia. Na Delegacia, confessou o assassinato do professor universitário e alegou ter feito isso por ser perseguido pelo professor.

Mas, o que chama a atenção não é a notícia e sim suas verdadeiras “razões”.
O aluno matou o professor por ter sido reprovado e segundo o Delegado de Polícia:
“Ele alega que esse ato de fúria foi uma decorrência de um atrito que ele já tinha com esse professor, que faria perseguições diversas à pessoa do mesmo”

A escola divulgou uma nota, eximindo-se de suas responsabilidades:
“Estamos certos de que esse foi um episódio isolado, sendo uma instituição confessional e centenária, onde o ambiente sempre foi marcado pela harmonia, a paz e a fraternidade. Por uma questão de filosofia educacional, a instituição mantém livre o acesso aos espaços universitários. Conta com uma equipe com 52 vigilantes e 53 câmeras de circuito interno de TV, com vistas a oferecer segurança aos seus alunos, professores e demais funcionários”

Mas, segundo os relatos de outros estudantes desse colégio, o assassino estava na faculdade há cerca de um ano, mas não conversava muito e já tinha sido expulso de outra faculdade após agredir um professor.

Então, dada a gravidade do caso e da completa inversão de valores que lidamos diariamente nas escolas (cada vez mais institutos de assistência social, e nada mais…), resolvemos divulgar essa notícia e o desabafo do professor universitário Igor Pantuzza Wildmann, disponibilizado por Graça Fontanelli como comentário ao artigo “Um caminho para a educação que precisamos”.
TAÍ A PURA REALIDADE DO ENSINO DE HOJE…
J’ACCUSE!
(Eu acuso!)
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)
“Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice”. (Émile Zola)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (…) (Émile Zola)
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que… estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando…
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente…
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.
Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.
Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;
EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito;
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição;
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;
Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos – clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.
Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.

Fonte.: http://professortemporario.wordpress.com/2011/01/09/educacao-tragedia-e-inversao-de-valores

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

40 programas para seu PC novo


Comprou um PC e ainda não instalou um pacote de programas? Então baixe os aplicativos a seguir. Elas fazem parte do kit básico de qualquer computador. O pacote, vale dizer, só tem software gratuito e bem avaliado pelos internautas



Segurança

AVG 2011 Free: recém-lançada, a nova versão do antivírus é rápida para caçar e apagar os malware que infectam o PC. Além disso, o programa conversa bem com o Windows 7 e, por isso, consegue economizar memória e processamento do novo sistema operacional. Outras três boas opções são os antivírus Avast 5 Free Antivirus, Microsoft Security Essentials, Avira 2010 Free e Panda Cloud.



Comodo Firewall: o Windows 7 vem equipado com um bom firewall. Mas se o internauta deseja um software com mais prestigio, pode baixar o Comodo Firewall. Dono de uma interface rica em informações e bastante intuitiva, o programa é bem fácil de usar. O software é capaz de proteger o Windows de ameaças externas e de cavalos de troia.



Ad-Aware: software com a função básica de vasculhar o computador e eliminar os spyware que roubam informações do internauta. O programa tem ainda algumas outras funções de segurança para proteger o PC da ação de pragas como cavalos de troia, hijackers e malware que capturam senhas armazenadas no navegador. O software, além disso, é equipado com um sistema para defender o micro da ação de vírus.


Vídeos, sons e imagens

VLC Media Player 1: não gosta nem a pau do Windows Media Player? Então instale o player VLC no Windows 7. Esse programa encara os principais formatos de vídeo e áudio, como DivX, XviD, MPEG-1, MPEG-2, AVI, MOV, WMV, Real, SVCD, Matroska, 3GP, FLV, Cinepak, FLAC, Ogg e muitos outros – sem necessitar da ajuda de nenhum codec adicional. Ele também tem suporte a legendas.



Ashampoo Burning Studio 2010: o software – que grava DCs, DVDs e Blu-Ray – é uma boa alternativa ao gravador nativo do Windows 7. Ele tem uma interface bastante intuitiva e simples de usar – inclusive, é idêntica à do Nero, popular programa da categoria.



Picasa 3.8: o Windows 7 oferece um recurso bacana para organizar as fotos. Mas ele não supera o Picasa. Esse organizador caça todas as imagens espalhadas no PC e oferece formas de organizá-las. Se quiser, o internauta pode usar o Picasa para corrigir os olhos vermelhos das fotos, colocar geo-tags nas imagens e, ainda, usar o sistema de reconhecimento de faces.



Foobar2000: A leveza e a boa variedade de formatos de áudio compatíveis são os pontos fortes do espartano player de música foobar2000. Como exige poucos recursos do sistema para funcionar, o foobar2000 raramente trava durante a execução das músicas, mesmo com outros aplicativos abertos no computador ao mesmo tempo. Além de MP3, o player toca músicas em AAC, WMA, Ogg Vorbis e Flac, entre outros formatos.



Paint.Net: Leve, gratuito, fácil de usar e com interface totalmente em português. Essas são as principais credenciais do Paint .Net. O software dá conta das operações básicas para melhorar a qualidade das fotos e oferece mais algumas ferramentas. Traz, por exemplo, filtros e ajustes por curvas e níveis, um recurso ausente na maioria dos programas gratuitos do gênero. Outra opção eficiente é o GIMP.


Utilitários

CCleaner: um dos programas mais conhecidos para limpar e melhorar o desempenho do PC. O destaque desse aplicativo é a ferramenta que apaga os dados desnecessários do registro do Windows e dá fim aos arquivos temporários do browser.



K-Lite Mega Codec Pack: um pacotão de codecs e filtros de vídeo para o Windows. Com ele, o internauta visualiza diversos formatos de vídeos que são baixados da web – e que, às vezes, teimam em não abrir.



Recuva: desenvolvido pelos mesmos criadores do CCleaner (um programa que limpa os arquivos inúteis do Windows), o Recuva funciona muito bem na recuperação de arquivos multimídias, como músicas, fotos e vídeos. Nele, o internauta encontra uma boa ferramenta para refinar a busca pelos dados apagados.



Revo: nem sempre a remoção de software pelo Windows ou pelo desinstalador próprio dos programas fazem trabalhos eficientes. O Revo Unistaller supre essa lacuna. Quando se decide desinstalar um programa, o Revo propõe quatro métodos – desde o menos profundo e mais rápido, com a ferramenta de desinstalação do próprio aplicativo, até o mais demorado e meticuloso, que verifica todas as informações deixadas no Registro e no disco rígido.



7-Zip: o software funciona com os formatos mais comuns de compactação, como o ZIP, o RAR e o ARJ, entre outros. Como os outros aplicativos do ramo, ele também tem um formato próprio, o 7Z, que promete comprimir os arquivos com 50% mais eficiência em relação ao tradicional formato ZIP.O programa também se adapta aos menus do Windows. Portanto, clicando com o botão direito do mouse em cima de um arquivo e escolhendo a opção 7-Zip, o internauta compacta qualquer arquivo.



Speccy: quer saber quais são o hardware e a versão do sistema operacional que compõem seu computador? Então baixe o Speccy, um programinha que faz um raio X completo do PC. E o Speccy faz esse trabalho com muita simplicidade. Basta executar o software que ele mostra, de cara e sem nenhum clique, um sumário com a versão do Windows e dos detalhes técnicos da CPU, memória RAM, motherboard, placa de vídeo, HDs, drives de CD/DVD e componente de áudio. Apresenta até informações da temperatura de alguns componentes do PC.



WinUtilities: o programa é um freeware que não pode faltar de jeito nenhum no micro de quem quer manter o Windows sempre em ordem. O programa apresenta, numa bela interface, diga-se, um monte de recursos para: reparar e limpar arquivos, otimizar e melhorar o desempenho do sistema, aumentar a segurança e privacidade, proteger e trabalhar com arquivos e pastas, e, ainda por cima, ajustar o registro e desfragmentar o disco.


Internet

Mozilla Firefox 3.6, Opera 10.6, Safari 5 e Google Chrome: o Windows tem como navegador padrão o Internet Explorer. Se você não gosta do browser, os quatro navegadores indicados são boas opções. Eles são mais rápidos e não gastam tanta memória quando o navegador da Microsoft.



MSN 2011: o famoso comunicador instantâneo da Microsoft não vem pré-instalado em nenhum Windows. Portanto, é necessário baixá-lo. Por que ele está aqui? Porque é o mensageiro instantâneo mais popular do país.



uTorrent: se tiver dúvida de qual programa P2P instalar no Windows, escolha o uTorrent. Ele permite que o internauta agende arquivos para serem baixados. Além disso, oferece recursos para a pausa e a retomada de um download – ferramenta essencial para quem baixa arquivos gigantes da web.



Flash Player e Java: esses dois software ficam escondidos no sistema. Contudo, eles são essenciais para rodar alguns programas e carregar as páginas web. Eles não podem faltar em nenhum PC novo.



Skype 5: um dos melhores programas para realizar ligações telefônicas usando a rede de internet. Com ele, o internauta não paga nenhum centavo quando liga para outro usuário Skype – não importa se a pessoa está no Brasil ou no exterior. Já nas ligações para telefones fixos ou celulares do mundo inteiro, o internauta precisa pagar uma taxa, mas ela é bem menor do que as cobradas pelas operadoras de telecomunicações. O Skype tem ainda comunicador instantâneo e recurso para enviar SMS.



Xmarks: com esse aplicativo, o internauta guarda os favoritos do navegador num diretório virtual. O que isso significa: que os bookmarks do usuário podem ser sincronizados. No trabalho ou em casa, os mesmos favoritos ficam à mão. E se um dia um computador der pau, há como recuperar os favoritos. O Xmarks funciona com os navegadores IE, Firefox e Safari. Tem um serviço que permite ao internauta acessar os favoritos remotamente.



JDownloader: o programa é o melhor amigo do internauta que baixa todo tipo de conteúdo da web. Além de ajudar no gerenciamento dos downloads, o freeware é capaz de baixar arquivos dos burocráticos serviços de hospedagem com mais facilidade.


Escritório

Symphony e BrOffice: sem dinheiro para um pacote Office? Não se preocupe. Baixe um dos dois aplicativos mencionados. Eles oferecem editores de textos, de apresentação e tabelas. Além do mais, abrem arquivos do pacote da Microsoft.



Foxit Reader: com esse reader, o internauta abre os famosos arquivos do formato PDF. Ele é bem pequeno e não ocupa mais de 10 MB no disco do computador, portanto, não pesa no sistema. Ele tem recursos para o internauta compartilhar informações do PDF e, também, abrir arquivos desse formato com recursos multimídia de som, imagens e vídeos.



CutePDF: tem vezes que precisamos transformar um documento em um PDF. A maneira mais simples de fazer esse trabalho é com o CutePDF, um utilitário que permite a criação de PDF a partir de qualquer programa do Windows.



Backup

Dropbox: guarda dados importantes no computador? Se esse for seu caso, internauta, você precisa de um eficiente sistema de backup de arquivos. O Dropbox é uma boa indicação. Quando instalado no PC, ele copia os dados para uma pasta segura na nuvem de internet. O bacana é que ele sincroniza, em tempo real, os arquivos entre vários computadores; além disso, permite ao internauta acessar o conteúdo do backup remotamente.



ComodoBackup: um programa indispensável para quem precisa fazer um backup das informações importantes armazenadas no PC. O software faz cópias de segurança de fotos, vídeos, músicas e documentos com poucos cliques e sem muitas complicações – e frescuras. Ele é capaz de armazenar os dados do backup em pen drives, disco rígidos internos e externos, pasta especificas, diretórios de rede , mídias de DVD e CD, memórias removíveis e, para usuários mais avançados, até num servidor FTP



Visual

Windows 7 Theme Pack: o seu PC tem o Windows 7? Quer deixar o visual dele matador? Então baixe esse aplicativo. Ele adiciona 22 opções de temas no sistema operacional. Os motes dos temas são variados: tem um do Homer Simpson, outro com a imagem de uma cidade, um com fotos do campo.Gimp: construído com código aberto, o Gimp é um editor de imagens poderoso. Ele tem muitas ferramentas para dar um trato nas fotos e é compatível com a maioria dos formatos de imagens. É uma boa alternativa para o Paint do Windows – que é fraquinho nos recursos.



Fences: não quer deixar o desktop bagunçado, com documentos e atalhos de programas espalhados por todos os lados? É, internauta, se essa for sua preocupação, baixe o Fences, um programinha gratuito que te ajuda na organização. Desenvolvido pela StarDocks, uma conhecida desenvolvedora de temas para desktop, o Fences cria no desktop cercadinhos para abrigar ícones, documentos, vídeos ou qualquer outro tipo de dado.



Rocktdock: se você é daquele tipo de internauta que considera a interface do Windows feia e sisuda vai gostar do RocketDock. Não à toa. Gratuito, esse programa instala uma nova barra de ferramentas no sistema operacional. Equipada com atalhos para configurações e aplicativos, a barra de ferramentas RocketDock tem um visual moderno, que lembra muito a barra do Apple Mac OS.



Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/geek-list/software/40-programas-para-seu-pc-novo/5/

Relação estável diminui o desejo sexual feminino

Depois de 4 anos de relacionamento, menos da metade das mulheres desejam sexo regular


Um recente estudo realizado pela Universidade de Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, sugere que mulheres que se sentem em um relacionamento muito seguro apresentam uma queda no desejo sexual.




A pesquisa aconteceu com 530 voluntárias e de acordo com os cientistas, a diminuição da libido acontece em média depois de quatro anos de relacionamento. Os cientistas explicam que no começo da relação 60% das mulheres esperam que o sexo seja realizado regularmente, mas depois de quatro anos o número cai para 50%, e depois de 20 anos para apenas 20%.



Apesar do resultado, a pesquisa sugere que o desejo por carinho não diminui diante do tempo de relação. Aproximadamente 90% das voluntárias disseram receber carinho, durante todo o período de relacionamento.



O estudo também analisou voluntários do sexo masculino e o resultado comprovou que, para eles, o desejo por sexo não diminui consideravelmente diante de uma relação estável. Os números variam entre 60% e 80%, durante todo o relacionamento.



Fonte: http://www.minhavida.com.br/conteudo/10106-Relacao-estavel-diminui-o-desejo-sexual-feminino.htm

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eleições 2010 e a entrada de personagens famosos

A entrada de personagens famosos nas eleições 2010 pode ser marcada pela eleição do palhaço Tiririca (PR) a deputado federal por São Paulo, maior colégio eleitoral do País, com 1,3 milhão da preferência do eleitorado, o que corresponde a 6,35% dos votos. No entanto, outros como o ex-pugilista Maguila, o cantor de pagode Netinho, e os ex-jogadores do Corinthians Marcelinho Carioca, Dinei e Vampeta não tiveram o mesmo feito e perderam o pleito nesse domingo (3), depois da contagem de votos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O candidato ao Senado pelo PCdoB em São Paulo, Netinho de Paula, após aparecer entre os melhores colocados nas pesquisas realizadas nos últimos meses, não conseguiu a candidatura. O cantor recebeu 7.773.327 (21,14%) votos. Dois candidatos foram eleitos no Estado: Aloysio Nunes, do PSDB, e Marta Suplicy, do PT, com 11.189.168 (30,42%) votos e 8.314.027 (22,61%) votos, respectivamente. Outro cantor - que também é ator e compositor - não conseguiu uma vaga no Senado: Moacyr Franco (PSL-SP). O candidato obteve 411.642 (1,12%) mil votos.

No futebol, os ex-jogadores corintianos sofreram uma baixa diferente: a derrota nas urnas. Vampeta (PTB) e Marcelinho Carioca (PSB), que estrearam na política e tentaram se eleger deputados federais, receberam 15.300 mil votos e 62.399 mil votos votos, respectivamente. Outro boleiro (e do Corinthians) era Dinei, que se aliou ao PDT, para concorrer a uma cadeira de deputado estadual.

Adilson Rodrigues, ou o Maguila, também não foi eleito. O pugilista teve apenas 2.951 mil votos. Ainda dos ringues, Acelino de Freitas, o Popó, não se elegeu a uma cadeira para deputado Federal, pelo PRB, na Bahia, recebendo 60.235 (0,90%) mil votos.

No Rio de Janeiro, onde a lei permite que até 46 deputados federais se elejam, o antigo mandatário do Vasco Eurico Miranda (PP) ficou abaixo na sequência: 88º. Também pelo PP, o cantor Elymar Santos, que tentava uma vaga para deputado federal, não foi eleito.

Entre as mulheres, as funkeiras Tati Quebra Barraco (PDT) - candidata a uma vaga para deputada federal - e Mulher Melão (PHS) - candidata a uma vaga para deputada estadual - não foram eleitas nas eleições do Rio. A candidata do PTN à deputada federal, Mulher Pêra (PTN), teve a candidatura indeferida.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4717139-EI15311,00-Maguila+Netinho+e+corintianos+sao+derrotados+pelas+urnas.html

O que faz um Deputado Federal?

Os deputados federais têm como principais responsabilidades representar o povo brasileiro, elaborar leis e fiscalizar a aplicação do dinheiro público. Também são prerrogativas da Câmara dos Deputados, entre outras coisas, a autorização para instauração de processo contra o Presidente e Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado; a tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas no prazo constitucional.


Rotina do Parlamentar

A rotina do parlamentar na Casa divide-se fundamentalmente em atividades em plenário e nas comissões. Os dias em que há maior atividade na Casa são terça, quarta e quinta-feira, quando há Ordem do Dia (votações) em Plenário e trabalho das comissões.

A Ordem do Dia é o momento da sessão em que são analisados e votados os projetos em pauta. Elas acontecem nas tardes de terça-feira e quarta-feira, nas manhãs e de quinta e, às vezes, nas manhãs de sexta. Neste momento, o trabalho das comissões precisa ser interrompido e os deputados devem se dirigir ao Plenário. Nas segundas e sextas, acontecem as sessões ordinárias não-deliberativas, sem votações, mas com discursos dos parlamentares.

As comissões

As comissões são órgãos temáticos encarregados de discutir e votar projetos, promovendo, inclusive, debates com convidados. Elas podem ser permanentes ou temporárias. As primeiras, que somam 22, fazem parte da estrutura institucional da Casa. A mais importante delas é a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, pela qual passam todos os projetos. É nessas comissões que as matérias em tramitação na Casa é analisada e debatida pelos parlamentares. Muitos dos projetos em análise na Câmara não precisam ser votados pelo plenário, bastando a votação nas comissões. É o que se chama de tramitação em caráter conclusivo.

As comissões temporárias podem ser especiais ou de inquérito – as chamadas CPIs. Elas encerram suas atividades ao término da legislatura, quando alcançado seu objetivo, ou se o prazo de duração dos trabalhos expirar.

Nas comissões permanentes, que se reúnem em média duas vezes por semana, o deputado pode ser designado como relator de projetos. Nesse papel, ele deve apresentar um parecer pela aprovação ou rejeição do projeto, ou ainda um texto que irá substituir o projeto original (substitutivo). O deputado também pode requerer a realização de audiências públicas ou seminários com a finalidade de discutir temas de interesse da comissão.
Registro de freqüência

Para registrar a presença dos parlamentares na Casa, em plenário e nas votações nominais, a Câmara adotou o Sistema Eletrônico de Votação (SEV). O registro eletrônico é feito por meio da impressão digital do deputado, coletada em postos específicos localizados no plenário.

O deputado precisa registrar a freqüência na Casa todos os dias úteis (de segunda a sexta-feira). O registro da presença é importante para se ter o quorum de abertura das sessões. Nos dias em que há sessão deliberativa (com votações), o parlamentar deve registrar presença em Plenário, que será utilizada para quorum de abertura da Ordem do Dia. O registro da presença em plenário dispensa o registro de presença na Casa.



Fonte: Agência Câmara